Crédito empresarial
Capital de giro, antecipação de recebíveis ou leasing: sua empresa pode estar pagando encargos fora do mercado.
Crédito para pessoa jurídica costuma vir com estrutura mais complexa que o crédito para pessoa física — garantias, taxas variáveis, tarifas de estruturação e cláusulas de renovação automática. Modalidades como capital de giro, desconto de duplicatas, antecipação de recebíveis de cartão e leasing empresarial têm taxas de referência e regras próprias — o que é razoável numa dessas operações pode não valer para outra. Quando o porte da empresa não é levado em conta na negociação, é comum que o custo efetivo total fique bem acima do que uma operação equivalente deveria ter.
O que costuma passar despercebido
Sinais de que vale a pena revisar esse contrato.
Capital de giro com garantias desproporcionais
Empresas de pequeno e médio porte às vezes assumem avais, alienação de bens ou duplicatas muito acima do valor da operação contratada.
Antecipação de recebíveis com deságio elevado
O desconto aplicado sobre duplicatas ou recebíveis de cartão pode representar uma taxa de juros efetiva muito mais alta do que a informada na proposta.
Leasing empresarial com VRG e reajustes questionáveis
Contratos de arrendamento mercantil para veículos e equipamentos podem ter valor residual garantido e índices de reajuste aplicados fora do combinado.
Tarifas de estruturação e renovação automática
Taxas cobradas na abertura da operação e cláusulas que renovam o contrato automaticamente em condições piores merecem atenção especial.
Aval de sócios ou cônjuges além do necessário
É comum que instituições peçam avais pessoais para aprovar crédito empresarial — mas o volume e a extensão dessas garantias precisam ser compatíveis com o valor e o risco real da operação.
Spread muito acima da taxa de referência (Selic/CDI)
Quando a taxa final cobrada da empresa está muito distante da taxa básica de referência do período da contratação, vale entender o que compõe essa diferença.
Quem já passou por isso
Minha empresa estava sufocada por juros abusivos em contratos de leasing. A GRS Soluções não apenas reduziu nossa dívida, mas também nos educou para evitar situações semelhantes no futuro.
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Perguntas sobre esse tipo de contrato
Dúvidas específicas de quem está nessa situação.
Empresas de pequeno porte e MEI também podem revisar contratos de crédito?
Sim. O porte da empresa não impede a análise técnica — pelo contrário, negócios menores costumam ser os mais afetados por garantias e tarifas desproporcionais ao valor da operação.
A revisão pode ser feita enquanto a empresa ainda está pagando o contrato?
Sim. A análise é feita em paralelo às obrigações em curso; quando há indício relevante de irregularidade, avalia-se a medida mais adequada para corrigir a cobrança sem comprometer a operação da empresa.
Dá para revisar mais de uma linha de crédito da empresa ao mesmo tempo?
Sim — é possível analisar o conjunto das operações de crédito da empresa (capital de giro, leasing, antecipação de recebíveis) na mesma avaliação, o que costuma revelar o impacto real no fluxo de caixa.
Empresa em recuperação judicial pode revisar contratos de crédito anteriores?
Sim, contratos anteriores ao pedido de recuperação também podem ser objeto de análise técnica — o resultado dessa análise é um dos elementos que pode ser levado em conta na estratégia de recuperação.
Sócios que deram aval pessoal (fiança) também são protegidos pela revisão?
A análise do contrato principal pode impactar diretamente a exigibilidade das garantias vinculadas a ele, incluindo avais e fianças de sócios — é um ponto avaliado caso a caso.
A revisão pode ajudar a evitar que o nome da empresa vá para cadastros de inadimplentes?
Quando há indício relevante de cobrança irregular, é possível avaliar medidas para questionar a exigibilidade do valor antes que ele gere negativação — cada caso depende do estágio em que o contrato está.
Pronto quando você estiver
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