Golpes e práticas abusivas
Como reconhecer promessa irreal, cobrança indevida e proposta que só piora a dívida — inclusive dentro do próprio mercado de revisão.

Golpes e práticas abusivas
Empréstimo que só é liberado depois de um depósito: por que isso nunca é operação legítima
A abordagem tem sempre a mesma estrutura: crédito aprovado, sem consulta a restrição, faltando apenas um pagamento para liberar. Muda o nome — taxa de liberação, seguro, caução, antecipação do IOF —, mas a mecânica é uma só. Este guia explica por que essa exigência nunca corresponde a uma operação legítima, quem é o alvo preferencial e o que fazer se o pagamento já ocorreu.

Golpes e práticas abusivas
Golpe da falsa central e do boleto de quitação: como ele alcança quem tem financiamento — e quando o banco responde
Quem tem financiamento ativo é alvo preferencial de um golpe específico: o contato que se passa pela instituição, confirma o saldo devedor e oferece um boleto de quitação com desconto. Este guia explica por que esse público é visado, como a fraude se apresenta e, sobretudo, qual é o critério que os tribunais usam para decidir se o banco responde — um critério frequentemente descrito de forma errada, nos dois sentidos.

Golpes e práticas abusivas
Promessa que não se cumpre: como reconhecer oferta irreal no mercado de revisão de dívidas
O mercado de revisão de contratos bancários tem empresas sérias e tem quem venda expectativa. Este guia reúne os sinais que distinguem uma coisa da outra — do ponto de vista de quem contrata — e explica o que os órgãos do sistema de Justiça identificaram como marcador real de prática abusiva, que não é o que a maioria imagina.
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